v.s
domingo, 19 de dezembro de 2010
terça-feira, 9 de novembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
E enquanto as folhas caem e uma brisa toca levemente meu rosto enxugando minhas lágrimas, ainda consigo sentir a dor que esmaga meu coração contra meu peito. Ele grita pedindo socorro mas é um grito que ninguém jamais há de escutar. Sangrando, partindo, se desfazendo, é assim que ele vai ficar sempre enquanto seu veneno insistir em permanecer em mim. O sol quente da manhã, toca minha pele e o clarear do dia deixa visivel todas as marcas da noite anterior. Noite após noite sinto o quanto sua ausência me afeta, me distrói ainda mais e mesmo que eu ainda possa sorrir, nada, NADA, vai esconder as marcas que foram deixadas em mim. Mesmo que eu sobreviva, eu ainda poderia morrer, por você.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Tinha sido apenas um beijo mas foi o bastante para me levar aos céus, fazer com que eu flutuasse nas mais altas nuvens e mais do que qualquer viajem me fez perder o folêgo, começar a sonhar e perceber que agora eu te pertencia por inteiro, minha alma, meu corpo, minha mente, e acima de tudo ou mais, meu coração. Que começou a bater mais forte a partir daqueles instantes. Instantes que sempre revivo em meus pensamentos, na ausência do seu calor, quando meu organismo começa a sentir falta do veneno viciante que se esconde em teus lábios e o do toque suave dos seus lábios quando se encontram com os meus. <3
Eu queria cair num sono profundo, do qual eu jamais acordasse. Viver intensamente em meus sonhos pois são apenas em meus sonhos que posso ter você. Fazer o que eu sempre quis, escutar o que eu sempre quis escutar de você mas que jamais poderia ser ouvido na minha realidade. Viver nos meus sonhos, onde eu finalmente poderia ver o sol tocar sua pele ao amanhecer, sentir seus lábios nos meus, e ter a pura certeza de que eles eram meus, apenas meus e mais de ninguém. Viver nos meus sonhos, onde eu acordaria todas as manhãs sentindo seu bafo quente em meu ouvido dizendo que me ama, deixar você cuidar de mim, sentir-me segura em teus braços. Ficar debaixo das cobertas, sem dizer nada, apenas deixar que o silêncio de nossos olhares nos completassem, e assim não precisar dizer nada.
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